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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Site do IFAL divulga impressões de alunos sobre palestra de Fernando Lara

Palestras para alunos do IFAL reuniu no total 250 alunos e docentes. Foto: IFAL/Maragogi

O Instituto Federal de Alagoas (IFAL) divulgou no site oficial da instituição as impressões que os alunos tiveram sobre a palestra de Fernando Lara proferida no campus de Maragogi (AL). O encontro aconteceu na última segunda-feira (7) em quatro momentos: duas vezes para alunos do matutino e outras duas vezes para estudantes do vespertino reunindo no total 250 pessoas que incluíram também docentes.

O convite foi feito pelo professor de Geografia do IFAL/Maragogi, Sérgio Lana, que é natural de Jaguaraçu (MG) e acompanha a expedição desde o início em abril deste ano. O objetivo foi divulgar imagens das unidades de conservação de todos os biomas e apresentar um relato verdadeiro do impacto da devastação de áreas preservadas no País.

O site do IFAL apresenta o relato de uma das alunas do curso de Hospedagem (2º ano), Daniela Dora, que aprovou a palestra do expedicionário Fernando Lara.  Para ela o evento foi um modo de divulgar a informação para os alunos, bem como, para a sociedade uma vez que o assunto que envolve a caça predatória é muito divulgada pela mídia, mas pouco entendida na prática. A aluna ainda enfatiza que “o acesso à informação é uma das formas de conscientizar a sociedade brasileira contra a caça predatória”.

Para ler a matéria completa clique aqui.
Piaçabuçu

Depois de registrar a APA Costa dos Corais trabalhando nas regiões de Maragogi (AL) e Tamandaré (PE), Fernando Lara registra agora a foz do Rio São Francico na Área de Proteção Ambiental (APA) do Piaçabuçu, no município de Piaçabuçu, sul de Alagoas. O documentarista de natureza segue logo em seguida para o sul da Bahia, no Parque Nacional do Pau Brasil em Porto Seguro. 


Por Edlayne de Paula (com site IFAL/Maragogi)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Resultado do primeiro sorteio kits Barrominas

Foi grande a participação nas mídias sociais da promoção Barrominas na estrada com a Rotas Verdes Brasil. Mas quem levou os primeiro kits da linha de produtos que cuida dos seus cabelos com responsabilidade ambiental foi Ana Amélia no Facebook e @einekleine_ no Twitter. Parabéns as ganhadoras!
 
Os sorteios acontecem toda semana no mês de novembro. Para participar, basta curtir este link na nossa página no Facebook e responder a pergunta: Qual a empresa de cosméticos que cuida dos seus cabelos com responsabilidade ambiental? Quanto antes você curtir e responder, mais chances você tem de ganhar. Os nossos seguidores do twitter (@rotasverdes) que responderem a pergunta também concorrem aos kits promocionais e tem dupla chance de ganhar.

Para quem não sabe, os produtos da BARROMINAS não são testados em animais e há um cuidado especial com seleção dos fornecedores. A BARROMINAS tem realizado um trabalho de substituição dos derivados de parabenos por insumos menos agressivos ao meio ambiente e buscado sempre produtos ecologicamente corretos, isto tudo em virtude da demanda dos clientes e claro porque faz parte da sua filosofia preservar o meio ambiente. A BARROMINAS entende que se cada empresa fizer sua parte, o mundo poderá ser melhor para cada um e para as futuras gerações.

A preservação ambiental da empresa se reflete no tratamento dos efluentes, no manuseio e destinação dos resíduos e das embalagens, que são destinadas a empresas que efetivamente fazem a destinação correta e no cuidado ao selecionar parceiros e fornecedores, da mesma forma que os investimentos em novas tecnologias e em mão de obra qualificada.

A busca pela excelência em qualidade e respeito ao meio ambiente são as diretrizes que norteiam os investimentos do grupo BARROMINAS.

A BARROMINAS também está na estrada com a Rotas Verdes Brasil.

Rotas Verdes Brasil inclui área preservada de Caratinga na expedição

Iniciativa Preserve Muriqui em caratinga ajuda na preservação deste primata criticamente em perigo de extinção. Foto: Fernando Lara
Os muriquis (ou monocarvoeiro) estarão novamente na expedição Rotas Verdes Brasil. Depois de registrar estes, que são os maiores primatas das Américas, no início do projeto no Parque Estadual do Rio Doce (MG), Fernando Lara irá documentar novamente os animais no espaço dedicado ao projeto Preserve Muriqui, em Caratinga (MG). O monocarvoeiro é um dos candidatos a mascote dos Jogos Olímpicos em 2016 que acontecem no Brasil.

Será a última área de preservação da lista da expedição Rotas Verdes Brasil a ser registrada pelo documentarista de natureza. Os trabalhos estão previstos para acontecer na primeira quinzena de dezembro, antes de Fernando Lara retornar ao Vale do Aço no dia 17.

O projeto Preserve Muriqui possui duas unidades de conservação: a RPPN Feliciano Miguel Abdala e a Estação Biológica de Caratinga em uma área total de 900 hectares usada para preservação, atividades de ecoturismo e de estudos primatológicos. Além do muriqui-do-norte o local ainda possui exemplares do sagui-da-cara-amarela, bugio-ruivo e do macaco-prego.

Registrar o Preserve Muriqui será uma grande oportunidade de fechar a expedição com chave de ouro registrando uma iniciativa de preservação desta espécie que está criticamente em perigo. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) existem apenas 1.300 exemplares na natureza. A espécie é um dos 25 primatas mais ameaçados de extinção.

Muriqui em tupi-guarani significa 'gente que bamboleia, que vai e vem', a espécie ficou conhecida como o “povo manso” da floresta. São duas espécies: os muruquis do norte e muriqui do sul, encontrados na Mata Atlântica. O animal costuma se locomover em grandes espaços dentro da floresta e usam além dos braços e pernas, também o rabo para se locomover. Também são conhecidos por se abraçarem bastante. 

Conheça o projeto Preserve Muriqui: www.preservemuriqui.org.br 

Veja ainda:
Por Edlayne de Paula

sábado, 5 de novembro de 2011

Rotas Verdes Brasil é tema de palestra em Alagoas

Fernando Lara fala sobre os mais de seis meses de expedição para alunos do IFAL

O documentarista de natureza da Fauna e Flora Documentários, Fernando Lara, tem uma programação diferente na próxima segunda-feira (7). Ele irá ministrar uma palestra sobre a expedição para estudantes do Instituto Federal de Alagoas (IFAL) no campus de Maragogi, no norte do estado. O encontro com os estudantes acontecerá em dois momentos, no período diurno e vespertino.

O convite foi feito pelo professor de Geografia do IFAL, Sérgio Lana, que é natural de Jaguaraçu (MG) e que acompanha a expedição desde o início dos trabalhos em abril no Parque Estadual do Rio Doce (MG). Fernando Lara trabalha na região entre Maragogi (AL) e Tamarandé (PE) desde a última quarta-feira (2) no registro da APA Costa dos Corais.

Durante a palestra Fernando Lara irá abordar os trabalhos realizados neste mais de 6 meses de expedição que inclui os registros de todos os biomas brasileiros. O documentarista ainda irá abordar questões relativas a caça, a conseqüências da devastação de áreas de conservação, o ecoturismo além de mostrar as belezas naturais do país em fotos e vídeos para o estudantes.

Por Edlayne de Paula

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Rotas Verdes Brasil na Estação Ecológica do Seridó (RN)

A caatinga é o único bioma do país genuinamente brasileiro. Foto: Fernando Lara

A cobra-cipó-marrom tem a cor da caatinga. Passeando pelos galhos retorcidos das árvores secas, a serpente pode passar despercebida por causa da camuflagem quase perfeita. A coloração e o corpo fino e longo, que pode chegar a 1,20m de tamanho, pode ser uma surpresa no meio do caminho de quem percorre a Estação Ecológica do Seridó, no município de Serra Negra do Norte (RN). Fernando Lara não perdeu a oportunidade de registrar o flagrante de um ataque da serpente.

A Estação Ecológica do Seridó é um laboratório de pesquisa a céu aberto. Foto: Fernando Lara

São 1.166 hectares de área protegida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O local era a sede de uma fazenda até 1982 e é usado atualmente como um grande laboratório de pesquisa a céu aberto. A unidade de conservação não está aberta a visitação com fins de ecoturismo.

Cobra-cipó-marrom camuflada na caatinga. Uma adaptação da cobra-cipó de cor verde da Mata Atlântica   Fotos: Fernando Lara

Além da cobra-cipó-marrom, o documentarista de natureza da Fauna e Flora Documentários, não perdeu a oportunidade de registrar a plumagem do cardeal ou galo-de-capina além do sabiá-laranjeira que ecoou seu canto me meio a floresta de galhos retorcido. Outras espécies como raposa, gato-maracajá, tatus, cotias, mocós e preás também são encontradas da Estação Ecológica do Seridó.

Sabiá-laranjeira. Foto: Fernando Lara
A caatinga é o único bioma do País considerado genuinamente brasileiro. É caracterizado por um clima quente e semi-árido e chuvas que se concentram em um período de três a seis meses por ano. Por causa disso, as árvores possuem estaturas baixa, são secas, possuem pouca folhagem e são mais espaçadas uma das outras.

Cardeal ou galo-de-capina. Foto: Fernando Lara

Tudo proporciona uma beleza contemplativa admirável. Se em uma Floresta Atlântica de mata primária, há tanto o que ser ver que nossos olhos ficam cegos, na caatinga a luminosidade e os espaços abertos nos mostram o horizonte. A luz do pôr do sol combina com a terra, combina com toda a paisagem.


Por Edlayne de Paula

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Rotas Verdes Brasil registra Parque Nacional de Ubajara (CE)

Sagui se mostra curioso as lentes de Fernando Lara
O Parque Nacional de Ubajara, localizado na Serra do Ibiapaba, noroeste do Ceará, é uma ilha de Mata Atlântica no meio do sertão nordestino. Com uma temperatura amena devido a altitude de 520 metros em relação ao nível domar, a 20ª unidade de conservação da Rotas Verdes Brasil é mais um ambiente peculiar da região do nordeste brasileiro. O local fica no município de Ubajara e é administrado pelo Instituto Chico Medes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A Mata Atlântica no meio do sertão nordestino. Foto: Fernando Lara
Caatinga e floresta atlântica se misturam ao longo do caminho. A área de 6.200 hectares possui cachoeiras como a Cafundó, Gavião e Murimbeca, com quedas d’água que ultrapassam os 70 metros de altura. O mirante da Gameleira é outro ponto de atração aberto aos visitantes que chama a atenção de quem visita o Parque Nacional de Ubajara.

As cachoeiras chegam a 70 metros e em algumas é permitido o banho. Foto: Fernando Lara
Fernando Lara fez alguns registros especiais da Gruta do Ubajara, que dá nome a unidade de conservação. O acesso é feito por um teleférico que leva os visitantes as 9 salas iluminadas da gruta que possui 420 metros abertos a visitação de um total de 1.120 metros. As galerias possuem formações de estalactites e estalagmites, como a Pedra do Sino, a Sala das Rosas, sala dos Retratos e a Sala das Maravilhas. Além da Gruta de Ubajara, o Parque conta também com outras 11 cavernas como a gruta do Morcego Branco (274m), gruta do Urso Fóssil (195m), gruta das Araras (182m), gruta do Pendurado (154m), gruta dos Mocós (116m), gruta de Cima (108m), gruta do Macaco Fóssil (50m), furna das Pipocas (30m), furna do Acaso (30m) e a furna da Múmia (20m).

A Gruta do Ubajara possui 1.120 m dos quais 420m são iluminados e aberto a visitação. Foto: Fernando Lara
Acesso
Saindo de Fortaleza, o acesso é pela BR-222 até o município de Tianguá. De Tianguá até a cidade de Ubajara, onde fica a entrada do parque, são 17 km pela Rodovia da Confiança (CE-187). Saindo de Teresina, o melhor caminho é pela BR-343 até o município de Piripiri (PI), de onde se pega a BR-222 até o município de Tianguá. 
 
Macaco-prego. Outro animal avistado no Parque Nacional do Ubajara. Foto: Fernando Lara
A entrada é franca. O visitante paga apenas pelos serviços de guia (R$ 4,00 por pessoa) e do teleférico (também R$ 4,00). A visita à gruta e os passeios nas trilhas só são permitidos com o acompanhamento de guias. O acesso a Gruta do Ubajara é aberto a 300 pessoas diariamente, entrando 12 delas de cada vez.

Por Edlayne de Paula

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Concorra a Kits da BARROMINAS


A Rotas Verdes Brasil está fazendo uma promoção especial em parceria com a nossa patrocinadora BARROMINAS. Durante todo mês de novembro, vamos sortear semanalmente kits da marca de cosméticos, patrocinadora da expedição, que cuida dos seus cabelos com responsabilidade ambiental.

Para participar, basta curtir este link na nossa página no Facebook e responder a pergunta: Qual a empresa de cosméticos que cuida dos seus cabelos com responsabilidade ambiental? Quanto antes você curtir e responder, mais chances você tem de ganhar. Os nossos seguidores do twitter (@rotasverdes) que responderem a pergunta também concorrem aos kits promocionais e tem dupla chance de ganhar.

Para quem não sabe, os produtos da BARROMINAS não são testados em animais e há um cuidado especial com seleção dos fornecedores. A BARROMINAS tem realizado um trabalho de substituição dos derivados de parabenos por insumos menos agressivos ao meio ambiente e buscado sempre produtos ecologicamente corretos, isto tudo em virtude da demanda dos clientes e claro porque faz parte da sua filosofia preservar o meio ambiente. A BARROMINAS entende que se cada empresa fizer sua parte, o mundo poderá ser melhor para cada um e para as futuras gerações.

A preservação ambiental da empresa se reflete no tratamento dos efluentes, no manuseio e destinação dos resíduos e das embalagens, que são destinadas a empresas que efetivamente fazem a destinação correta e no cuidado ao selecionar parceiros e fornecedores, da mesma forma que os investimentos em novas tecnologias e em mão de obra qualificada.

A busca pela excelência em qualidade e respeito ao meio ambiente são as diretrizes que norteiam os investimentos do grupo BARROMINAS.

A BARROMINAS também está na estrada com a Rotas Verdes Brasil.

domingo, 30 de outubro de 2011

Fernando Lara é notícia no Diário do Aço e em três jornais do Nordeste

Fernando Lara, documentarista de natureza da Fauna e Flora Documentários. Foto: Divulgação
A Rotas Verdes Brasil continua sendo notícias pelos lugares onde passa. No nordeste, a expedição de 18.000 quilômetros de Fernando Lara foi pauta neste domingo (30) do Jornal da Parnaíba (PI) e na coluna de Tarso Araújo do O POVO, grande veículo de comunicação do estado do Ceará. Nesta segunda-feira (31), o projeto foi divulgado pelo jornal Diário do Nordeste.


No Vale do Aço, o apoiador da expedição Rotas Verdes Brasil, DIÁRIO DO AÇO, também divulga uma matéria especial sobre os 6 meses de estrada de Fernando Lara.

A Rotas Verdes Brasil já acumula mais de 80 matérias veiculadas em veículos de comunicação de todo o país. Veja algumas:



Por Edlayne de Paula
Atualizado em 31/10 às 20h45

sábado, 29 de outubro de 2011

Rotas Verdes Brasil no Parque Nacional de Sete Cidades (PI)

O Parque Nacional de Sete Cidades fica em uma área de transição entre o cerrado e a caatinga. Foto: Fernando Lara
O Parque Nacional de Sete Cidades é um daqueles lugares onde a gente percebe que o tempo não para. Na unidade de conservação, localizada entre os municípios de Piracuruca e Brasileira no Piauí, é possível encontrar pessoas, animais e objetos, todos eles petrificados. A ação do vento e da água da chuva moldurou nos afloramentos rochosos imagens que instigam a imaginação.

Há diversos estudos em relação a Sete Cidades. Em um deles um suíço descreve que o parque é a evidência da presença de extraterrestres na Terra. Fotos: Fernando Lara
É um convite a brincadeira. Uma biblioteca, a tartaruga, o buço de Dom Pedro I, o dedo de Deus e até um canhão. São milhares e milhares de anos esculpindo as formas rústicas que nos lembram a perfeição.  O local está sob a administração do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão federal ligado ao Ministério do Meio Ambiente. São 6.200 hectares de área protegida na transição entre o cerrado e a caatinga e que ainda reservam belezas naturais como cachoeiras e riachos e pinturas rupestres dividias entre as Sete Cidades de Pedra.

 
São diversas as formas encontradas nas Sete Cidades de Pedra do Piauí. Fotos: Fernando Lara
Para desvendar este ‘conglomerado’ de cidades, alguns estudiosos se esforçaram no descobrimento da origem dos mistérios do Parque Nacional. Em 1928, o austríaco Ludwing Schwennhage, por exemplo, descreveu as ruínas como uma cidade feníncia, que teria sido fundada há 3 mil anos. A partir de suas observações, escreveu o livro Antiga História do Brasil 1.100 a.c a 1.500 d.c. Posteriormente, em 1974, o francês Jacques de Mahieu, considerou Sete Cidades como um estabelecimento fundado por vikings.

Pinturas rupestres também estão presentes em Sete Cidades
Mas a teoria talvez mais curiosa é do  suíço Erich von Däniken, no seu famoso livro Eram os Deuses Astronautas? (Erinnerungen an die Zukunft, título do original em alemão), que  descreveu Sete Cidades como uma evidência da presença da inteligência extraterrestre na Terra.
 
A iguana e o mocó são alguns representantes da fauna típica da região. Fotos: Fernando Lara
O certo é que o Parque Nacional de Sete Cidades é um ótimo local para se visitar.  Fica a 217 quilômetros de Terezina (CE). Há hotéis e pousadas nas cidades no entorno da unidade de conservação e um abrigo-hotel nos limites do parque com 12 apartamentos com ar condicionado e TV. Os interessados em conhecer o local podem fazer contato pelo telefone do ICMBio (86) 3343-1342.

Por Edlayne de Paula